Destinos remotos no Brasil: trilhas isoladas, travessias de dunas e Terra de onças longe do roteiro dos ônibus de turismo.
6 viagens encontradas
Veja onças em estado selvagem do convés de um barco privativo em Porto Jofre, o melhor lugar do mundo para observar onças. Um safári de 4 dias e 3 noites saindo de Cuiabá rumo ao Pantanal Norte, no Brasil.
from R$ 4,378
Navegue pelos rios da Amazônia numa expedição de caiaque e explore a floresta numa aventura autêntica e imersiva.
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Nesta viagem, aprenda técnicas de sobrevivência, caminhe pela selva e navegue pelos rios para aprofundar sua conexão com a Amazônia.
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Visite a Reserva Mamirauá e mergulhe de cabeça hospedando-se num ecolodge flutuante sobre as águas, conhecendo de perto o seu trabalho de conservação.
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Navegue rumo ao alto-mar num liveaboard de mergulho em Abrolhos: mergulhos diurnos e noturnos, recifes de coral, naufrágios, stand-up paddle e baleias, tudo a bordo de um catamarã confortável.
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A trilha da Serra Fina é a sua chance de encarar um dos treks mais desafiadores do Brasil! Quatro dias intensos de imersão na natureza esperam por você.
Relatos reais de quem saiu do mapa com a gente pelo Brasil
Buscar destinos remotos no Brasil é uma forma de viajar: escolher as regiões que a maioria nunca alcança em vez das paradas de cartão-postal. O país protege mais de 70 parques nacionais e unidades de conservação, e algumas das suas paisagens mais extraordinárias ficam a um dia inteiro de viagem do aeroporto mais próximo. São as viagens que trocam multidão por espaço e conveniência por aquele tipo de cenário que você lembra por décadas.
Quatro regiões ancoram a maioria dos roteiros fora do circuito turístico do Brasil. O Jalapão, no Tocantins, só se chega de 4×4: dunas douradas, fervedouros (nascentes onde a água que aflora torna quase impossível afundar) e comunidades quilombolas que ainda tecem o capim dourado à mão. O Monte Roraima, na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana, é um trekking de vários dias até uma montanha de topo plano com quase 2 bilhões de anos, com acampamento no cume perto do ponto culminante de 2.875 m, onde a temperatura cai para cerca de 5°C.
Os Lençóis Maranhenses, Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2024, são um campo de dunas brancas e lagoas de água da chuva atravessado a pé, de 6 a 16 km por dia, dormindo entre as seis famílias do oásis da Baixa Grande. E há o Vale do Pati, muitas vezes chamado de a melhor trilha do Brasil, que corre por dias pela Chapada Diamantina sem sinal de celular e com noites em casas de famílias locais.
Os produtos prioritários também chegam ao extremo remoto. Fundo no noroeste da Amazônia, o Pico da Neblina, o ponto mais alto do país com 2.995 m, é uma das escaladas mais isoladas da América do Sul. No Pantanal, a maior área úmida tropical do mundo, os trechos remotos em torno de Porto Jofre concentram a maior densidade de onças do planeta.
Então, para quem são os destinos remotos no Brasil? Para viajantes em forma razoável, à vontade com calor, noites rústicas e um 4×4 ou um barco no lugar do asfalto, e que preferem conquistar a vista a dividi-la com cem celulares.
Uma nota prática antes de planejar: essas viagens são vendidas como a experiência em campo (guias, transporte de 4×4 ou barco a partir da cidade-base, acampamentos ou hospedagem em casas de família e as refeições listadas), mas não incluem os voos. A maioria roda em pequenos grupos (em geral de 6 a 8 viajantes), com saídas privativas a partir de 2 pessoas.