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De Norte a Sul, veja os destinos de natureza brasileiros que você precisa conhecer!

Um país tão grande como o Brasil tem muito a oferecer em termos de recursos naturais. São seis biomas continentais (Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal e Pampa) — mais o Bioma Marinho Costeiro — distribuídos em cerca de 8.500.000 km² ao longo de 26 estados marcados pelas diferenças geográficas e culturais, mas unidos pela mais pura beleza verde e amarela.

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A grandeza turística nacional fez do Brasil o destino de 2026 da Travel + Leisure, uma importante publicação norte-americana voltada ao turismo. A revista destaca  diversidade de experiências, complexidade sociocultural, gastronomia, excelência em hospedagem e, é claro, a natureza.

Pensando nisso, o PlanetaEXO preparou uma lista com os melhores destinos de ecoturismo para que você tenha mais consciência sobre a graciosidade do Brasil e a importância de proteger os ecossistemas. Leia mais a seguir!

1 – Lençóis Maranhenses (MA)

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A beleza do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é tão estonteante que há quem diga que mais parece coisa de outro mundo. As lagoas de água azul cristalina em meio às dunas de areia branca são capazes de impressionar qualquer um.

Além de caminhadas pelas dunas e mergulhos refrescantes nas lagoas — você precisa conhecer as lagoas Bonita, Azul, Gaivota e Esperança! —, os visitantes adoram fazer passeios de barco ou 4×4, contemplar o nascer ou pôr do sol, explorar a vegetação de Caatinga, Cerrado e Amazônia e trocar experiências culturais com os moradores da região.

Qual a melhor época nos Lençóis Maranhenses?

A dica é programar sua viagem entre maio e setembro, quando as lagoas estão bem cheias. De setembro a outubro e fevereiro a abril, as lagoas ficam menores, mas ainda oferecem atividades aquáticas.

As lagoas secam no período entre novembro e janeiro, limitando as experiências na água, mas revelando belos pastos e prados.

Onde ficar nos Lençóis Maranhenses?

A hospedagem para quem vai para os Lençóis Maranhenses acontece nas cidades-base. Barreirinhas é a principal porta de entrada e tem mais opções de acomodação, de pousadas simples a hotéis mais completos. Atins é uma vila de pescadores à beira-mar, indicada para apreciadores da natureza. Santo Amaro do Maranhão é a mais isolada, perfeita para quem busca por exclusividade e total desconexão.

Outra alternativa de hospedagem é a pernoite na casa de moradores locais. Trekkers que fazem a travessia do parque ficam em casas modestas, mas aconchegantes. Ótima oportunidade para conhecer novas pessoas e culturas!

Nossos pacotes nos Lençóis Maranhenses são variados, com opções de hospedagem em acomodações tradicionais ou homestay. Confira!

Como chegar aos Lençóis Maranhenses?

Do Aeroporto Internacional de São Luís (SLZ), a viagem de ônibus, carro ou van compartilhada até Barreirinhas pode durar até 5 horas. O Aeroporto Municipal de Barreirinhas (BRB) não recebe voos comerciais desde março de 2025, mas ainda contempla aeronaves executivas e fretadas, com voos apenas durante o dia. 

O caminho para Atins é feito de barco ou veículo 4×4, mas ainda passa por Barreirinhas. De São Luís a Santo Amaro, o trajeto de 237 km é feito de carro, táxi/transfer privado ou van compartilhada.

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2 – Amazônia (AM/PA)

Photo: Isadora Sá

Como falar de destinos de ecoturismo no Brasil sem mencionar a Amazônia? A maior porção fica no Amazonas, seguida pelo Pará e o Mato Grosso. O turismo ecológico é um dos esforços que mantém a floresta de pé, contribuindo para a conscientização, movimentação econômica e apoio a projetos socioambientais.

Dentre todos os cenários deslumbrantes escondidos na imensidão amazônica, alguns se destacam. O Parque Nacional do Jaú, por exemplo, é Patrimônio Mundial da UNESCO por proteger florestas alagadas e toda a bacia do Rio Jaú, um afluente do Rio Negro. Cruzeiros fluviais e hotéis de selva oferecem diferentes atividades, como trilhas, passeios de barco, contemplação da natureza, visitas a comunidades ribeirinhas e muito mais.

O Parque Nacional de Anavilhanas, por sua vez, detém o título de segundo maior arquipélago fluvial do mundo, com 400 ilhas, 60 lagos e localização mais do que privilegiada no Rio Negro. Os charmosos jungle lodges e cruzeiros também contam com roteiros diversificados, incluindo trilhas aquáticas, observação da vida selvagem, mergulho, etc. 

No estado do Pará, a Amazônia revela uma paisagem diferente, marcada por rios de águas claras e praias fluviais. O destaque fica para Alter do Chão e o Rio Tapajós, conhecidos pelas águas surpreendentemente transparentes e tons que lembram o Caribe. A experiência na região combina contato direto com a floresta, observação de animais silvestres, como os botos-cor-de-rosa e a diversidade impressionante de árvores, plantas e flores que definem a Amazônia.

Qual a melhor época na Amazônia?

  • Amazonas: entre janeiro e setembro, quando os rios estão mais cheios. Esse período favorece a navegação, trilhas aquáticas e o acesso a áreas de floresta alagada, além de boas chances de observação da fauna ao longo dos rios Negro e Solimões.
  • Pará: entre agosto e dezembro, durante a estação mais seca. É quando as praias fluviais do Rio Tapajós aparecem, criando paisagens de águas claras e areia branca, especialmente na região de Alter do Chão.

Onde ficar na Amazônia?

Apesar da imersão total na natureza, a Amazônia oferece diferentes padrões de pacotes, do simples ao alto padrão, sempre com foco em experiências de ecoturismo. 

  • Amazonas:jungle lodges e cruzeiros fluviais próximos ao Parque Nacional do Jaú, ao Parque Nacional de Anavilhanas e ao longo do Rio Negro, ideais para quem busca uma imersão profunda na floresta e na biodiversidade amazônica.
  • Pará: a hospedagem se concentra em Alter do Chão e arredores do Rio Tapajós, com pousadas e hotéis voltados para natureza, praias fluviais e experiências mais leves, combinando floresta, rio e cultura local.

Como chegar à Amazônia?

  • Amazonas: o principal acesso é pelo Aeroporto Internacional de Manaus (MAO). A partir de Manaus, os deslocamentos variam conforme o roteiro e podem incluir barcos, voos regionais e transfers organizados até lodges, parques nacionais ou cruzeiros fluviais.
  • Pará: a porta de entrada é o Aeroporto de Santarém (STM). De lá, o acesso a Alter do Chão e às áreas do Tapajós é feito por estrada ou barco, dependendo do tipo de experiência escolhida.

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3 – Barra do Garças (MT)

Photo: Secrataria de Turismo de Barra do Garcas

O Mato Grosso esconde inúmeros destinos de ecoturismo, entre eles a pequena cidade de Barra do Garças, com apenas 60 mil habitantes. O clima tranquilo é um respiro muito bem-vindo para os turistas de grandes núcleos urbanos, que se encantam com os pontos turísticos recheados de belezas naturais.

Não há quem não se apaixone pelas trilhas e belíssimos mirantes do Parque Estadual da Serra Azul, bem como pelos cânions estreitos, as piscinas de águas termais, as diversas cachoeiras de quedas altas e as paisagens cercadas por árvores e céu azul.

Qual a melhor época no Barra do Garças?

Faz calor o ano todo, então prepare-se para máximas de 34 °C — e sensação térmica ainda mais alta — no auge do verão. Clima perfeito para se refrescar nas Cachoeiras Azul, Perdida, Samambaia e no impressionante poço natural do Santuário das Araras!

Onde ficar no Barra do Garças?

Após se divertir com trekking ecológico, rafting no Rio Araguaia, banhos de cachoeira e mergulhos nos poços de água cristalina, descanse nas pousadas em áreas mais isoladas ou em hotéis no centro da cidade. É possível encontrar diárias a partir de R$ 160, dependendo da categoria da hospedagem e da temporada.

Como chegar em Barra do Garças?

O Aeroporto Internacional de Goiânia (GYN) é conveniente por receber voos de cidades de todo o Brasil. Até Barra do Garças, a viagem de carro dura pouco mais de cinco horas. O Aeroporto de Barra do Garças (BPG) também é uma opção, mas é contemplado apenas por voos de Cuiabá às segundas, quartas e sextas.

4 – Chapada Diamantina (BA)

Photo: Lucas Ribeiro

Cobrindo uma extensão de aproximadamente 38.000 km², a região Chapada Diamantina que abriga o Parque Nacional é o lugar perfeito para quem ama fazer trilhas. A região do Vale do Pati é considerada um dos melhores trekkings do mundo pela abundância de recursos naturais e paisagens de tirar o fôlego.

As trilhas passam por rios, cachoeiras, piscinas naturais, cavernas, morros e mirantes. Anote o que não pode faltar no seu roteiro de atividades: Cachoeiras do Buracão, Fumaça e Fumacinha, Poço Encantado e Poço Azul, Gruta da Lapa Doce e Pratinha. É uma experiência mais fantástica que a outra!

Qual a melhor época na Chapada Diamantina?

A estação seca (maio a outubro) é especialmente indicada para trilhas, enquanto a temporada chuvosa (novembro a abril) é ideal para banhos de cachoeira, trekking e admirar a vegetação. Apesar disso, pode não chover todos os dias na estação de chuvas.

👉 Saiba mais: Qual é a melhor época para visitar a Chapada Diamantina?

Onde ficar na Chapada Diamantina?

Hotéis, pousadas e casas de família são algumas opções de hospedagem na Chapada Diamantina. As acomodações se dividem entre os municípios que cercam o parque: Lençóis, Mucugê, Palmeiras, Ibicoara e Andaraí.

Nossos pacotes na Chapada Diamantina incluem hospedagem, transfer, passeios guiados e alimentação, todo o necessário para tornar a sua aventura melhor e mais prática!

Como chegar na Chapada Diamantina?

O Aeroporto Internacional de Salvador (SSA) é a escolha da maioria dos turistas de outros estados ou países pela oferta de voos diretos, mas o mais próximo do parque nacional é o Aeroporto de Lençóis (LEC), que oferece voos limitados a partir de Belo Horizonte (MG).

Desse ponto, o trajeto até o parque é de apenas 25 minutos (22 km), enquanto a rota (de carro ou ônibus) saindo da capital baiana dura quase 6 horas (411 km). 

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5 – Cambará do Sul (RS)

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A 190 km de Porto Alegre, Cambará do Sul é conhecido como a Terra dos Cânions, sendo Itaimbezinho e Fortaleza os mais imponentes. Com até 900 metros de profundidade, são verdadeiros tesouros geológicos de formação vulcânica envoltos por Mata Atlântica e uma belíssima manta de araucárias. Ao que tudo indica, esse paraíso da Serra Gaúcha tem cerca de 135 milhões de anos!

Os arredores são protegidos pelo Parque Nacional de Aparados da Serra e o Parque Nacional da Serra Geral, o que permite que os visitantes se aventurem nas cachoeiras, rios e trilhas verdejantes. A Trilha do Rio do Boi, a Cachoeira do Tigre Preto e a Pedra do Segredo são consideradas atrações imperdíveis.

Qual a melhor época em Cambará do Sul?
Frio, vento e neblina são frequentes, sobretudo entre os meses de maio e agosto, quando a temperatura média é de 8 °C. O clima é gelado, mas a visibilidade dos cânions nessa época é a melhor do ano.

Confira mais detalhes sobre quando viajar para Cambará do Sul:

  • Abril (média 15 °C): melhor para passeios de quadriciclo e a cavalo
  • Setembro a novembro (média 18 °C): trilhas e contemplação da natureza
  • Dezembro a março (média 24 °C): trilhas e banhos de cachoeira

Onde ficar em Cambará do Sul?

A hospedagem em Cambará do Sul consiste principalmente em pousadas, cabanas, eco hotéis e glampings. Estadas mais baratas têm valor médio de R$ 120, enquanto as completas contam com diárias a partir de R$ 530.

Como chegar em Cambará do Sul?

O Aeroporto de Porto Alegre (POA) é a porta de entrada mais conveniente, mas o trajeto até Cambará é feito de carro — são quase 3 horas de viagem. No geral, os turistas contratam serviços privados de transporte para chegarem ao destino final.

6 – Jalapão e Serras Gerais (TO)

Quem gosta de viagens de ecoturismo certamente já ouviu falar no Jalapão, mas Serras Gerais, a “irmã menos famosa”, também é um prato cheio para os viciados em natureza.

A distância entre os dois destinos é de 4 horas de viagem, oportunidade perfeita para quem puder estender a viagem e quiser explorar ainda mais as belezas de Tocantins!

Jalapão

O Parque Estadual do Jalapão é um verdadeiro paraíso natural, com formações geológicas de milhares de anos, céu estrelado e trilhas cobertas por vegetação intocada.

Os grandes protagonistas, no entanto, são os fervedouros de águas azuis e borbulhantes, permitindo mergulhos sem o risco de afundar. Não deixe de conhecer os fervedouros do Soninho, Macaúbas, Bela Vista, Buriti e Buritizinho. 

Qual a melhor época no Jalapão?

O Jalapão é fantástico em qualquer época do ano, mas é especialmente indicado no período de maio a setembro, quando há menos chance de chuva e melhores condições climáticas para passeios ao ar livre.

Onde ficar no Jalapão?

O parque estadual se estende pelos municípios de Mateiros e São Félix do Tocantins, onde ficam os hotéis, pousadas e hostels. Para aproveitar ao máximo, os turistas costumam fechar pacotes de até 6 dias — que incluem hospedagem, passeios guiados, transfer e refeições.

Como chegar no Jalapão?

Mateiros e São Félix são as portas de entrada do parque, sendo o Aeroporto de Palmas (PMW) o mais próximo. A rota até as cidades leva cerca de 4 horas de carro — transportes particular ou em grupo são inclusos nos pacotes de viagem para o Jalapão. Confira!

👉 Saiba mais:

Serras Gerais

No Sudeste de Tocantins, em área de Cerrado, essa é a maior cadeia de serras do Brasil, abrangendo oito municípios apenas em território tocantinense. Os mais importantes são Natividade, Aurora do Tocantins, Almas e Dianópolis. Lavandeira, Taguatinga, Almas, Pindorama do Tocantins, Rio da Conceição e Paranã também são consideradas cidades-base.

As principais atrações são rios de água cristalina, mirantes, cachoeiras e mais de 50 cavernas abertas para visitação. Rio Azuis, Cânion Encantado, Lagoa Bonita, Cachoeira do Registro e a Praia do Pequizeiro são paradas quase obrigatórias, mas há tanto a se fazer nas Serras Gerais que é possível montar um roteiro de até 15 dias!

Qual a melhor época em Serras Gerais?

Planeje suas férias entre abril e outubro, quando o clima é estável o bastante para a programação de atividades ao ar livre sem grandes riscos de chuva.

Onde ficar em Serras Gerais?

A hospedagem é feita nas cidades-base, com opções de hotéis, pousadas e glampings. Pacotes de viagem, que incluem acomodação e outros serviços, são os mais procurados pelos turistas por questões de comodidade e custo-benefício.

Como chegar em Serras Gerais?

O Aeroporto de Palmas é o mais próximo, mas o trajeto pela estrada até Serras Gerais é de cerca de 400 km, a depender do município. 

7 – Chapada dos Veadeiros (GO)

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Também no Cerrado, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros se encontra com vários municípios, sendo Alto Paraíso de Goiás o principal. Quem se aventura no trekking tem a chance de explorar lugares espetaculares, como a Chapada Alta, o Rio Preto e inúmeras formações rochosas — como o Vale da Lua, que recebe esse nome pela aparência de superfície lunar causada pelo desgaste das pedras ao longo do tempo.

O circuito de cachoeiras é um show à parte, considerado por muitos como o mais bonito de todo o Cerrado. A famosa Cachoeira dos Saltos, formada por diversas quedas d’água de até 120 m, se acumula em piscinas naturais perfeitas para espantar o calor após uma caminhada revigorante na Trilha dos Saltos.

Qual a melhor época na Chapada dos Veadeiros?

Para aproveitar tudo isso, é importante marcar suas férias no período certo. A melhor época para ir à Chapada dos Veadeiros é entre abril e julho, no finalzinho da temporada de chuvas e no começo da seca, quando as cachoeiras continuam cheias e a vegetação está bem verdinha.

É possível que algumas trilhas estejam fechadas, mas há diversas outras opções para se aventurar!

Onde ficar na Chapada dos Veadeiros?

Hotéis e pousadas nos arredores da Chapada custam a partir de R$ 130 (diária), mas visitantes em busca de aventura e autenticidade costumam ficar em acampamentos dentro do parque nacional, com barracas e demais equipamentos inclusos no pacote de viagem. É uma experiência e tanto!

👉 Conheça a viagem: Trekking Chapada dos Veadeiros

Como chegar na Chapada dos Veadeiros?

A distância entre o Aeroporto Internacional de Brasília (BSB) e Alto Paraíso é de 237 km, o equivalente a três horas de estrada. Confira as condições do pacote para saber mais sobre o transporte e demais detalhes da experiência.

8 – Pantanal (MT/MS)

O Pantanal é sinônimo de turismo ecológico graças às maravilhas naturais e aos projetos de conservação que trabalham incansavelmente para proteger um dos biomas mais fascinantes do Brasil. O turismo, inclusive, é um importante instrumento de preservação ambiental, contribuindo para a proteção da flora, fauna e das comunidades locais.

Abrangendo Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o Pantanal é tão grande e rico que reserva diferentes experiências nos lados norte e sul. Vale à pena conhecer os dois, mas é importante entender o que cada região tem a oferecer antes de programar sua viagem.

O Pantanal Norte, no Mato Grosso, é acessado por Cuiabá, sendo Porto Jofre, no município de Poconé, o principal destino. A região é famosa pelos safáris de barcos para observação de onças-pintadas e outros animais pantaneiros.

Já o Pantanal Sul, no Mato Grosso do Sul, tem Campo Grande como porta de entrada e Aquidauana, Miranda e Corumbá como áreas de destaque. Trilhas por savanas e florestas, observação da vida selvagem e passeios à cavalo são algumas atividades.

Qual a melhor época no Pantanal?

  • Pantanal Norte: a estação seca (julho a outubro), quando as chances de avistar os animais são maiores.
  • Pantanal Sul: entre maio e setembro, na estação seca, o clima é mais propício para safáris terrestres e avistamento de animais.

Como chegar no Pantanal?

  • Pantanal Norte: a viagem do Aeroporto Internacional de Cuiabá (CGB) até Poconé dura cerca de 2 horas. De lá, a Rodovia Transpantaneira leva a Porto Jofre (146 km).
  • Pantanal Sul: a rota do Aeroporto de Campo Grande (CGR) até Aquidauana pode durar até 3 horas, enquanto o trajeto de carro para Miranda e Corumbá exige de 4 a 6 horas na estrada.

Onde ficar no Pantanal?

Apesar da imersão na natureza, a experiência de hospedagem no Pantanal pode ser de altíssimo padrão.

  • Pantanal Norte: a hospedagem em Porto Jofre permite vivências sem igual às margens do Rio Cuiabá, ideal para quem vai participar de safáris para ver onças-pintadas. Vale conferir: Safari Onça-Pintada no Pantanal Norte.
  • Pantanal Sul: há hotéis cinco estrelas com acomodações confortáveis, áreas de lazer, alimentação, roteiro de atividades, guias bilíngues, etc. Vale conferir: Imersão no Pantanal em Hotel de Luxo.

Veja outros pacotes no Pantanal e viva a aventura mais incrível da sua vida!

👉 Saiba mais:

9 – Vale do Catimbau (PE)

Photo: Elias Rodrigues

Eco turismo, arqueologia e astronomia fazem do Vale do Catimbau um dos destinos de ecoturismo mais surpreendentes do Nordeste, embora seja pouco conhecido pelo grande público.

O Parque Nacional do Catimbau mostra a força da Caatinga, abrigando paisagens deslumbrantes e trilhas entre vales, serras, formações rochosas e um céu tão límpido que é possível observar satélites e estrelas cadentes. Neste cenário também se esconde um dos maiores sítios arqueológicos do Brasil, com artes rupestres de até 6 mil anos!

A contratação de um guia experiente é indispensável. Em meio ao agreste e o sertão pernambucano, o Vale do Catimbau é muito extenso e conta com áreas de difícil navegação. Preze pela sua segurança!

Qual a melhor época do Vale do Catimbau?

O calor é algo a se considerar na hora de planejar a viagem. Entre setembro e dezembro, o céu permite maior visibilidade dos astros, mas o clima é seco. A temperatura é mais amena de março a agosto, com mais chuvas, vegetação verde e possibilidade de quedas d’água temporárias.

Onde ficar no Vale do Catimbau?

A hospedagem no Vale do Catimbau também se concentra no município, com opções de pousadas, chalés e ecocampings a partir de R$ 100 a diária.

Como chegar no Vale do Catimbau?

Do Aeroporto Internacional de Recife (REC) até Buíque, cidade que contempla o parque nacional, são quase 290 km — mais de 4 horas de carro. 

10 – Nobres (MT)

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Outra opção de turismo de natureza no Mato Grosso é Nobres, um município localizado na região Centro-Sul do estado. É importante destacar, porém, que a maioria das atrações fica em Vila Bom Jardim, a 65 km.

Visitantes são atraídos pelas trilhas, grutas, tirolesa, passeios de quadriciclo, boia cross, cachoeiras e rios de água azul e transparente. Assim como Bonito, as formações de água são ricas em calcário, o que permite flutuação quase sem nenhum esforço. Não deixe de visitar os Rios Salombra e Quebó Grande, Aquário Encantado, Refúgio das Águas, Lagoa das Araras e o Mirante do Serrado!

A preservação ambiental é levada muito a sério. A gestão local controla o número de visitantes e cobra preços tabelados pelos passeios, o que garante um cuidado maior com os recursos naturais. Desta forma, os turistas devem reservar as experiências antecipadamente com agências credenciadas. Confira a lista de prestadores no site oficial da prefeitura de Nobres.

Qual a melhor época em Nobres?

A melhor época para conhecer Nobres é durante a estação seca, entre maio e setembro. Com pouca ou nenhuma chuva, as águas ficam ainda mais cristalinas!

Onde ficar em Nobres?

Pousadas aconchegantes são as principais opções de hospedagem, com diárias a partir de R$ 200

Como chegar em Nobres?

De avião, a forma mais fácil de chegar é pelo Aeroporto Internacional de Cuiabá (COA), mas o trajeto até Nobres e Bom Jardim é de 187 km e 144 km, respectivamente. Rotas de ônibus, viagens de carro alugado ou transporte concedido pelas agências são as alternativas disponíveis de deslocamento.

11 – Serra da Capivara (PI)

Photo: @educoelhoguia

O Parque Nacional da Serra da Capivara é um dos mais impressionantes parques nacionais do Brasil. Ao longo de 130 mil hectares há cavernas, paredões rochosos e trilhas de diferentes níveis de dificuldade.

O verdadeiro destaque, no entanto, são os diversos sítios arqueológicos espalhados pela região. Estima-se que a Serra da Capivara abriga cerca de 30 mil pinturas rupestres de mais de 10 mil anos! Amantes de história também podem visitar o Museu da Natureza, que fica pertinho do parque.

Qual a melhor época na Serra da Capivara?

Recomenda-se viajar para a Serra da Capivara de maio a setembro, quando as chuvas estão menos fortes. Isso permite melhor exploração dos sítios arqueológicos, além de trilhas mais tranquilas.

Onde ficar na Serra da Capivara?

Os turistas costumam comprar pacotes que incluem passeios guiados, refeições, transporte e hospedagem em São Raimundo Nonato — município que dá acesso ao parque nacional. Os preços variam de acordo com a duração da viagem, atrações, tamanho do grupo e categoria do hotel.

Como chegar na Serra da Capivara?

Para chegar à Serra da Capivara, desembarque no Aeroporto de Petrolina (PNZ) e percorra uma distância de 294 km até São Raimundo Nonato.

12 – Cerrado (GO/MG/BA)

Photo: Fe Albori

A savana do Brasil é o Cerrado, um riquíssimo bioma que se estende ao longo de dez estados do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, mas o destino de natureza da vez fica na tríplice fronteira entre Goiás, Minas Gerais e Bahia: a Pousada Trijunção.

Muito mais que uma pousada, a Trijunção é uma aliada do Cerrado. Turismo regenerativo, utilização de energia solar e madeira de demolição, reutilização da água da chuva, reciclagem, separação de lixo orgânico, apoio a artesãos locais e emprego a prestadores da região são algumas das práticas sustentáveis mais notáveis.

Certamente um dos melhores ecolodges da região, a pousada é a hospedagem ideal para quem é louco por atividades ao ar livre, como trilhas, ciclismo e observação de pássaros. Em parceria com o Onçafari — projeto de conservação da biodiversidade brasileira —, o avistamento de lobos-guará é a experiência mais desejada pelos hóspedes, que embarcam em passeios noturnos para encontrar o maior canídeo da América do Sul em seu habitat natural.

Qual a melhor época no Cerrado?

Na estação seca (maio a setembro), trekking e observação de animais são as melhores experiências, mas é na estação chuvosa (outubro a abril) que a vegetação fica mais vibrante e os rios mais cheios

Como chegar no Cerrado?

Quem vai para Trijunção pelo ar deve pousar no Aeroporto Internacional de Brasília (BSB) e seguir até o destino final de carro ou avião fretado — ambos oferecidos pela pousada. Pela terra, o trajeto dura, aproximadamente, 5h30 (333,7 km). Entenda como visitar o Cerrado.

👉 Conheça a viagem: Tour pelo Cerrado na Pousada Trijunção

13 – Ibitipoca (MG)

Conceição de Ibitipoca, ou simplesmente Ibitipoca, é um distrito de Lima Duarte, no Sudeste de Minas Gerais. Embora não seja tão conhecida, a vila reserva encantos naturais que enchem os olhos de qualquer um.

Para conhecer a fundo esse lugar maravilhoso, a dica é se hospedar no Projeto Ibiti, uma organização socioambiental que também oferece experiências incríveis de turismo ecológico. Atualmente, o projeto conta com mais de 6.000 hectares de área em processo de recuperação de fauna e flora, além de apoiar esforços de turismo regenerativo e sustentabilidade econômica. Tudo isso garante mais suporte ao meio ambiente e às comunidades locais.

A hospedagem em uma das três instalações (Engenho, Village e Remote) permite uma viagem de alto padrão em meio a trilhas, cachoeiras, grutas e mirantes. Conheça esse pedacinho de paraíso ao observar a vida selvagem, andar de bicicleta, praticar stand up paddle ou mergulhar nas piscinas naturais!

Qual a melhor época em Ibitipoca?

Entre abril e setembro, o clima é ótimo para trilhas e passeios ao ar livre, com média de 15 °C a 25 °C no outono e variação de 10 °C a 20 °C no inverno (durante o dia). Nos meses de primavera e verão, a vegetação fica vibrante e as cachoeiras bem cheias.

Como chegar em Ibitipoca?

Desembarque no Aeroporto da Zona da Mata (IZA) e siga para Lima Duarte de carro com o serviço de transporte do Projeto Ibiti (cerca de 2h30). Também há pista de pouso gramada e heliporto na propriedade.

Pouso e decolagem de aviões particulares são aprovados mediante avaliação de condições meteorológicas e acompanhamento com pilotos experientes para condutores que nunca operaram na região.

14 – Abrolhos (BA)

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Outro destino de ecoturismo perfeito para mergulhar é o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, na costa sul da Bahia. Quem se aventura nas águas cristalinas entre as cinco ilhas vulcânicas do arquipélago (Santa Bárbara, Redonda, Guarita, Sueste e Siriba) se depara com o maior recife de corais do Atlântico Sul, embarcações naufragadas e várias espécies marinhas, como a tartaruga-cabeçuda.

No entanto, a grande estrela de Abrolhos é, sem sombra de dúvidas, a baleia-jubarte. Todos os anos, atraídos pelos mares tranquilos e quentes do litoral baiano, esses gigantes migram da Antártida para se reproduzir e parir seus filhotes.

Qual a melhor época em Abrolhos?

A temporada de observação de baleias acontece entre julho e novembro, enquanto mergulho e snorkeling são melhor aproveitados de dezembro a fevereiro.

Onde ficar em Abrolhos?

Hotéis e pousadas funcionam em Caravelas, uma cidadezinha com cerca de 20 mil habitantes, mas muitos turistas optam pela hospedagem em cabines coletivas ou privadas em catamarãs que flutuam nas águas do parque nacional marinho.

Além de não precisarem se deslocar para as cidades-base todos os dias, os visitantes ainda aproveitam uma viagem diferente e totalmente imersiva. Esse é o caso do pacote Mergulho Liveaboard Abrolhos, perfeito para quem não vê a hora de explorar o mar deslumbrante de Abrolhos. Reserve já!

Como chegar em Abrolhos?

Para chegar em Abrolhos, é preciso passar por Caravelas. O aeroporto mais próximo é o de Porto Seguro (BPS), a 145 km de distância. Os barcos são os únicos meios de transporte até as ilhas, operados por agências credenciadas.

👉 Saiba mais:

15 – Fernando de Noronha (PE)

Fernando de Noronha é um dos principais destinos de ecoturismo de luxo no Brasil. Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2001, as 21 ilhas do arquipélago abrigam praias de areia clara, águas cristalinas, belas paisagens e vegetação de Mata Atlântica.

As ótimas condições de mergulho fazem de Noronha um destino muito procurado por mergulhadores experientes e amadores. Debaixo d’água, é possível encontrar diversas espécies fascinantes da fauna marinha brasileira, incluindo golfinho-rotador, tartaruga-de-pente, tartaruga-verde e tubarão-limão. Veja nossos pacotes de mergulho em Fernando de Noronha!

Outras experiências incluem passeios a alguns dos cartões-postais do arquipélago: Cacimba do Padre, Baía dos Porcos, Praia do Sueste, Praia do Leão, Mirante do Boldró e muito mais!

Qual a melhor época em Fernando de Noronha?

Entre agosto e fevereiro, com auge em outubro, a visibilidade é perfeita para fotografia subaquática e avistamento de animais marinhos, mas Noronha guarda experiências incríveis durante o ano inteiro.

Onde ficar em Fernando de Noronha?

O arquipélago é recheado de hotéis e pousadas de diferentes categorias. Dependendo do pacote de viagem, a hospedagem é inclusa ou deve ser feita à parte.

👉 Confira a viagem: Pacotes de Mergulho em Fernando de Noronha

Como chegar em Fernando de Noronha?

O trajeto mais comum é entre o Aeroporto Internacional de Recife (REC) e o Aeroporto de Fernando de Noronha (FEN), mas também há voos de São Paulo e (GRU) e Natal (NAT).

👉 Saiba mais:

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