Viagens de conservação no Brasil, montadas em torno dos parques, projetos e pessoas que mantêm a vida selvagem de pé.
3 viagens encontradas
Nada como uma viagem ao Pantanal com todo o conforto e aventura que você merece: hospedagem premium em um hotel de luxo no Pantanal, avistamento de onças, canoagem e muito mais!
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A Pousada Trijunção é a fusão perfeita entre exclusividade, conforto e experiências de vida selvagem no Cerrado – incluindo avistamentos de lobo-guará!
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Hospede-se no sul da Amazônia no Cristalino Jungle Lodge: ecolodge de luxo com trilhas, canoagem no rio e torres de observação numa reserva privada.
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Relatos reais de quem viajou em nossas viagens de conservação pelo Pantanal, pela Amazônia, por Abrolhos e Fernando de Noronha
Uma viagem de conservação é montada em torno dos lugares e projetos que mantêm os ecossistemas do Brasil de pé, não só em torno da paisagem. O país abriga perto de 10% de todas as espécies conhecidas pela ciência, distribuídas por seis biomas muito diferentes, então aqui as chances de viajar com a conservação em mente são concretas. São tours em pequenos grupos e privativos: a maioria sai com 8 a 16 hóspedes ou menos, fica em lodges e parques que financiam a terra ao redor e coloca um guia ou pesquisador local entre você e a fauna.
O exemplo mais claro está no Pantanal, a maior área úmida tropical do mundo, com mais de 210.000 km² e lar de 656 espécies de aves e 159 de mamíferos. Sua porção norte, em torno de Porto Jofre, concentra a população de onças mais densa da Terra, e o Caiman é a única fazenda do Pantanal Sul onde as onças são rastreadas de forma confiável. A maioria dos lodges do Pantanal são fazendas de gado convertidas em áreas de ecoturismo, então um safári no Pantanal voltado à conservação financia a ciência e o habitat ao mesmo tempo.
No litoral da Bahia, o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, o primeiro parque marinho do Brasil (criado em 1983, com 87.943 hectares), protege os maiores recifes de coral do Atlântico Sul e funciona como berçário de baleias-jubarte de junho a novembro. Mais ao norte, Fernando de Noronha, Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2001, se sustenta com uma taxa de conservação paga pelo visitante e abriga o projeto Tamar de tartarugas marinhas, que protege tartarugas-verdes e de-pente em águas brasileiras há décadas.
De volta ao interior, a Amazônia cobre cerca de 5,5 milhões de km², com aproximadamente 60% em território brasileiro. Em lodges como o Juma e o Amazon Turtle Lodge, os hóspedes plantam árvores em áreas de reflorestamento ativo e visitam comunidades caboclas cuja renda hoje depende da floresta de pé, não derrubada. O turismo sustentável no Brasil é o modelo de financiamento por trás de tudo isso, não um rótulo.