
Explorando a Amazônia: a aventura de Erica em um hotel flutuante no Brasil
Uma viajante, duas amigas e uma imersão surpreendente na maior floresta tropical do mundo
Algumas viagens começam por um lugar, mas esta começou por um evento. Erica L., 41 anos, trabalha como analista de pesquisa nos Estados Unidos. Quando uma amiga marcou o casamento no Rio de Janeiro, Erica viu ali a oportunidade perfeita para esticar a viagem. Afinal, se ia atravessar o mundo até o Brasil, precisava explorar mais.
Junto com duas amigas, ela partiu para uma viagem inesquecível para a Amazônia, hospedada em um hotel autossuficiente de 6 suítes que flutua no rio, sobe e desce conforme o nível da água e funciona com energia limpa o ano inteiro.
Erica e as amigas entraram na floresta em um tour de 3 dias na selva amazônica saindo de Manaus, organizado e conduzido pela equipe do PlanetaEXO e por guias locais. Aqui, contamos a história dela para mostrar como é, de verdade, viver a natureza: encontros marcantes com a fauna, conexões com quem vive ali e muito mais conforto do que ela esperava. Confira abaixo!
Uma extensão de viagem que superou as expectativas
Quando Erica reservou o tour, a expectativa já estava alta. Ela tinha lido o roteiro do PlanetaEXO e visto as fotos, mas a realidade superou tudo. “A equipe do hotel fez muito mais do que o esperado. Foram maravilhosos e gentis com a gente”, lembra ela.
O que mais a surpreendeu foi o nível de conforto. Ela esperava uma expedição dura e problemas com mosquitos (chegou a dar um “sermão” nas amigas sobre repelente), mas a experiência foi exatamente o oposto.
O hotel flutuante tem um deck de observação de estrelas no terraço e uma piscina agradável. “Foi tudo muito tranquilo e confortável. Os passeios de barco eram suaves, de no máximo 3 horas, e a equipe estava sempre atenta ao que o grupo precisava.”
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Hospitalidade amazônica e atenção aos detalhes
Viajar com restrições alimentares pode ser um desafio, ainda mais em áreas remotas. Erica é vegetariana e as duas amigas são veganas. “Sinceramente, eu estava um pouco preocupada de elas passarem fome, porque não é uma dieta muito comum.”
A equipe do hotel, porém, brilhou. Em todas as refeições, pratos principais e sobremesas veganas eram preparados especialmente para elas, com legumes e ingredientes locais, reforçando o compromisso do hotel com a sustentabilidade e as práticas ecológicas.
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O guia que lê a floresta
Em uma floresta sem placas e com rios que mudam conforme a estação, o guia é fundamental. Os guias de Erica, Tyson e Josephine, deixaram sua marca.
Tyson conhecia tanto a região que, durante um dos passeios, avisou ao piloto do barco que aquela seria a última vez que poderiam fazer um determinado trajeto, porque o nível do rio tinha baixado e poderia ser perigoso. “Foi muito louco pensar no quanto você precisa conhecer um terreno para entender isso. Meu cérebro não tem esse tipo de conhecimento”, brincou Erica, admirada com tal nível de domínio.
A hospitalidade estava à mesma altura. Sabendo que uma família francesa chegaria no dia seguinte, Tyson ficou acordado até as 3 da manhã tentando aprender francês básico para recebê-los da melhor forma possível.
Outra surpresa foi descobrir a origem da equipe. “Eu não sabia que os colaboradores seriam de comunidades indígenas locais”, admitiu. “Isso, por si só, é uma das partes mais legais da viagem. [A equipe] era muito acolhedora e gentil. Foi o acolhimento mais caloroso que eu já recebi em qualquer tipo de turismo.”
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Encontros com a fauna que ficam na memória
Embora o grupo tenha pescado piranhas e visto preguiças, jacarés, várias aves e duas espécies de macacos, foi a interação com os botos-cor-de-rosa que roubou a cena.
“Tyson falou pra gente: ‘Acho que vocês não vão ver só botos; acho que vocês vão ver bandos de botos’. E vimos mesmo! Foi incrível. Eles estavam pescando, pulando para fora da água e chegaram bem perto do barco”, lembrou Erica, animada, contando que os avistamentos foram frequentes o bastante para capturar ótimos vídeos.
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É seguro viajar para a Amazônia? A resposta sincera de Erica
Segurança é uma preocupação comum de quem visita o Brasil pela primeira vez. Erica, no entanto, sentiu-se 100% segura. Antes da viagem, leu o post do blog do PlanetaEXO sobre segurança em Manaus e tomou precauções sensatas.
“Eu sabia que devia respeitar o que estava ao meu redor. Sempre usamos o Uber Black e eu fui muito cautelosa com o horário em que saíamos. Não queria ser mais aventureira do que seria em um lugar que eu conhecesse melhor, então não tive problemas [em nenhum lugar do Brasil]”, contou ela.
O idioma também não foi um empecilho. O espanhol básico de Erica deu conta, já que é parecido com o português. No hotel, ela conversou em espanhol com o chef e o bartender do lodge. “Todo mundo foi muito paciente e gentil.”
As dicas de Erica para quem vai pela primeira vez
Depois da experiência, Erica deixou três dicas práticas para quem está planejando conhecer a Amazônia:
Leve notas pequenas para as gorjetas
Erica queria ter levado mais dinheiro para dar gorjeta individualmente às várias pessoas da equipe (guias, pilotos de barco e funcionários do hotel) que prestaram uma assistência excepcional. “Eu não tinha ideia de como o serviço seria atencioso e completo.” Eram pelo menos cinco pessoas a quem ela queria retribuir individualmente.
Vale saber: a cultura de gorjeta no Brasil é diferente da dos Estados Unidos, já que o serviço costuma vir embutido na conta e a equipe não espera por isso. A gratificação é bem-vinda, nunca obrigatória. Se quiser contribuir, leve notas menores.
Prepare-se para doações locais
Durante a viagem, o grupo visitou uma escola local impressionante, onde as crianças aprendem vários idiomas. Se ela soubesse de antemão que algumas comunidades aceitam doações, teria adorado levar material escolar.
“Eu jamais me atreveria a fazer algo assim, porque pode ser estranho oferecer presentes que as pessoas não autorizaram”. Erica recomenda perguntar com antecedência se existe alguma forma de apoiar as comunidades locais visitadas ao longo do itinerário.
Leve roupas casuais, de resort
Erica se preparou para uma expedição “extrema” na selva, mas o hotel tinha um clima muito agradável. “Os viajantes podem querer levar roupas mais casuais ou de estilo resort para usar durante o tempo que passarem no alojamento”, aconselha.
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Próximos planos: o Pantanal
Uma viagem só não foi suficiente. O Brasil conquistou Erica, e ela já pensa em voltar. O próximo destino? O Pantanal.
Como grande fã da vida selvagem (e que perdeu a oportunidade de ver capivaras no Rio de Janeiro!), ela já sonha em visitar a região para avistar as icônicas onças-pintadas.
👉 Leia mais: Onde ver onças-pintadas no Pantanal
Conheça a Amazônia com o PlanetaEXO
Agora que você viu a Amazônia pelos olhos de Erica, sabe o que essa viagem realmente exige de você (muito pouco) e o que ela devolve: encontros espontâneos com a vida selvagem, guias atentos que interpretam o rio como um mapa, hospitalidade de alto nível e paisagens naturais grandiosas.
O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes na Amazônia. Trabalhando ao lado dos melhores operadores, cuidamos de toda a logística (transfers, hospedagens, refeições e roteiro) para você só aproveitar. Fale conosco!
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